Dia 23/06 – Júlia Ribas e Convidados

Júlia Ribas

Filha primogênita de Marku Ribas, Júlia captura a essência ebulitiva do pai e entrega ao público a sonoridade, a expressão e a criação desse que é um dos artistas mais completos do Brasil. Ao mesmo tempo, apresenta sua personalidade ao palco, conduzindo o público a uma experiência ímpar, de contato com a música a partir de suas interpretações. Em 2019, a cantora completa 25 anos de carreira.

Néstor Lombida

O maestro Néstor Lombida atuou como regente e arranjador da Big Band Palácio das Artes desde sua fundação, e, também, foi responsável por cópias de editoração de música da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e da Orquestra de Câmara do Sesiminas. Néstor se dedica a ensinar a influência africana na música brasileira e no jazz. Ao lado da cantora Júlia Ribas e do violonista Pedro Braga, é pianista no show “A Paz”.

Felipe Fantoni

Baixista e produtor musical, bacharel em cinema, Felipe Fantoni já tocou em shows de vários artistas, como Toninho Horta – seu tio –, Vander Lee, Renegado, Pedro Morais, Gabriela Pepino, e grupos musicais como Pato Fu e Tianastácia, dentre outros. Atua como diretor musical em publicidade e cinema e é o diretor do Estúdio Natrilha Produções.

Pedro Braga

Músico, violonista, guitarrista e produtor barranqueiro, nascido na cidade de Pirapora, situada às margens do rio São Francisco, em Minas Gerais. Iniciou seu contato com a música barranqueira aos 12 anos, e conviveu, durante a infância e a juventude, com a cena efervescente da cultura norte-mineira. Versátil tanto no popular quanto no jazz, acompanha a cantora Júlia Ribas, filha do grande artista Marku Ribas, e os músicos Priscilla Magela, Geovanne Sassá e Marcio Levy, que, juntos, formam o grupo Barranqueiros. Foi assessor de relações internacionais do Governo de Minas, de 2015 a 2018. Hoje, além da música, coordena projetos culturais como o Festival Minas Canta Marku e Piraporarte.

Tattá Spalla

Natural de Nanuque (MG), Tattá Spalla é cantor, compositor e produtor musical. Teve parcerias e músicas gravadas com Sergio Mendes, Seu Jorge, Toninho Horta, Cássia Eller, Brenda Russel, Jon Anderson e Sérgio Ricardo, dentre outros. Seu primeiro CD foi gravado em 2003, com a Banda ArmaZém. Já lançou os álbuns Fila de Cinema (2008), Aqui, Ali, Aí (2013) e um CD gravado em Luxemburgo, Fala Brasil (2014). Com cerca de 30 anos de carreira, começou a tocar profissionalmente no “Projeto Fim de Tarde”, do Palácio das Artes, em BH.

Adriano Campagnani

A versatilidade do contrabaixista fez com o que ele sempre estivesse na estrada, ou em estúdio, com artistas de vários gêneros: pop, rock, jazz, soul, além de música cubana, africana e, principalmente, brasileira. Acompanhou bandas como Kid Abelha e Jota Quest, além de cantores, compositores e intérpretes, a exemplo de Wilson Sideral, Titane, George Israel, Marku Ribas, Marina Machado, Celso Adolfo, Chico Amaral, Juarez Moreira, Esdras “Nenem” Ferreira e Beto. Lançou três CDs solo e autorais, nos quais, além do vigor de instrumentista, revela-se ótimo produtor e compositor.

Juarez Moreira

Reconhecido como um dos maiores violonistas do Brasil, aclamado pela crítica estrangeira e por nomes como Milton Nascimento, Toninho Horta e Paquito D’Rivera, Juarez Moreira cresceu a ouvir jazz, bossa nova e música nacional dos anos 1950. Com técnica impecável, o guitarrista e compositor apresentou-se nos quatro cantos do mundo. Tem 13 álbuns lançados e um DVD ao vivo no Palácio das Artes, em BH. Apresentou-se ao lado de nomes como Egberto Gismonti, Ivan Lins, Milton Nascimento, Yamandu Costa, Toninho Horta, Maria Bethânia e Gal Costa.

Jack Will

Nascido em Uberlândia, William Nunes Borges – mais conhecido como Jack Will – iniciou seus estudos musicais aos 12 anos de idade no Conservatório Estadual de Música Cora Pavan Capparelli. Aos 16 anos, começou a atuar profissionalmente tocando percussão em bares noturnos da cidade, acompanhando cantores e violonistas nos estilos de MPB, Rock e Pop. Jack Will tem registrados 10 discos nos quais gravou bateria e percussão como músico convidado. Ao longo de sua trajetória, trabalhou com grupos locais importantes como: Dança Flamenca Veruska Mendes; Dança Afro Balé de Rua; e Orquestra Popular do Cerrado. Também se apresentou com notórios músicos como Wagner Tiso, João Donato, Bruno Mangueira, Zé Luiz Mazziotti e Paulo Jobim.

Bloco Magnólia

Magnólia é um bloco influenciado pelos cortejos do Mardi Gras, ao estilo second line, que toca jazz, pelas ruas do bairro Caiçaras, em BH, na terça-feira de Carnaval – assim como a tradicional terça-feira Gorda (Mardi Gras), em New Orleans. A formação segue a linha instrumental, com naipes de sopros e percussão que se assemelha a uma bateria desmembrada, e performática, feita, além dos músicos, por dançarinas e dançarinos em conexão com o público, além de regente e porta-estandarte. Após a estreia no carnaval de 2014, o bloco sentiu uma efervescência, na capital, no que tange às brass band’s, que se formaram desde então.

Horário dos Shows

19:00hrs

Dia 22/06 – Iconili, Sérgio Pererê e Marcelo Veronez

Iconili

Banda do hemisfério Sul, formada por 11 integrantes. Em seu som instrumental, apresenta mistura peculiar de timbres imersos em atmosfera de transe. Sopros, guitarras, teclado e uma cozinha temperada promovem cruzamentos rítmicos e culturais, evocando o jazz, a África, o rock, o Brasil, o novo, o velho, o visual e o musical. Tudo no mesmo caldeirão, dançante e psicodelicamente tropical.

Sérgio Pererê

Cantor, compositor, percussionista, poeta e ator, Pererê destaca-se pelas raízes na cultura afro-brasileira. Seus discos demonstram a força vinda da ancestralidade, que já marcava seu trabalho com o grupo Tambolelê. O mais recente trabalho do artista é Cada um, CD lançado em 2018.

Marcelo Veronez

Conhecido pela voz segura e límpida, além da forte presença de palco – que o faz ser comparado a Ney Matogrosso –, Veronez lançou, há pouco mais de um ano, seu primeiro disco, Narciso deu o grito. O álbum apresenta faixas como “Nunca Vi”, parceria de Marku Ribas com Paulo Coelho. O músico se destacou na cena musical com o espetáculo “Não sou nenhum Roberto”, há dez anos em cartaz, com apresentações em festivais e bares da cidade. O show apresenta releitura roqueira da obra de Roberto e Erasmo.

Horário dos Shows

20:00hrs

Dia 21/06 – Mais Samba, Eda Costa, Marina Machado e Cristiano Cunha

Projeto + Samba

Lucas Telles, Lucas Ladeia, Abel Borges, Leonardo Brasilino e Digão Nardel formam o time que gravou com Marku Ribas seu último álbum, lançado em 2013. Hoje em carreiras solo, os instrumentistas reúnem-se, neste projeto, para apresentar canções do CD, homônimo, com repertório de canções criadas à época ou produzidas por Marku na década de 1970. No Festival Minas canta Marku, o músico Cristiano Cunha participará do grupo.

Marina Machado

Participou do álbum Pietá, de Milton Nascimento, com quem seguiu em turnê mundial, de 2003 a 2005. Foi a primeira cantora a ser lançada pelo selo de Nascimento, com o aclamado Tempo Quente (2008). Antes disso, gravou dois álbuns solo, Baile das Pulgas (1999) e Marina Seis Horas da Tarde (2002). Experimentos com musicais de rua culminaram com a criação da Companhia Burlantins, parceria entre Marina Machado, Regina Souza e Maurício Tizumba. Atualmente, circula com projeto especial, em parceria com a cantora Celinha Braga.

Eda Costa

Preparadora vocal, professora de voz e expressão e de história do teatro negro, no Arena da Cultura, Eda Costa coordenou, preparou e regeu o Coral Agbára – Vozes d’Àfrica, de música Yorùbá. Em 2015, estreou, com o Grupo de Teatro Olho da Rua, o espetáculo “Memórias de Bitita – O Coração que Não Silenciou”. Estreou no cinema em Um outro Homem, do diretor Willy Biondani. Em 2016, na Áustria, estreou o espetáculo “Samborubá”, acompanhada pelo grupo austríaco Brazilian love affair. No mesmo ano, apresentou o show “Salve o Samba”, em Linz.

Cristiano Cunha

Em seu primeiro álbum, Pro fim do inverno, o cantor, ator e compositor mineiro Cristiano Cunha pesquisou o Filín, estilo de Cuba que investiga a figura do ator-cantor, com o percussionista cubano Santiago Reyther, paralelamente à sua formação em teatro. O projeto tem produção musical e arranjos do também cubano Yaniel Matos e articula a música de Cuba com ritmos de manifestações brasileiras como o Samba, o Congado Mineiro e Candomblé. Atualmente trabalha seu solo de teatro “Retorno de Saturno” que tem direção de João Filho e o show “48minutos” que reúne canções de sua produção mais recente e inaugura novas parcerias com o escritor e antropólogo Renato Jacques e a cantora paulistana Fabiana Cozza. Para este trabalho, estuda a semelhança entre fundamentos da música tradicional de terreiro e a música eletrônica, baseado na repetição, no improviso e na percussão corporal.

Horário dos Shows

20:00hrs